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O Design Coletivo é formado por 7 estudantes de design, interessados em criação de conteúdo relevante sobre design e seu reflexo no mercado, além do estímulo do debate nos assuntos referentes à area.

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Seminário: Design e Sustentabilidade

Por Equipe Design Coletivo | Maio 13, 2008

O que o Design tem a ver com a sustentabilidade?

A sustentabilidade é o grande desafio de nosso tempo. Significa viver em ambientes sociais e culturais onde nossas necessidades e desejos sejam atendidos sem comprometer as possibilidades das gerações futuras em satisfazer seus desejos e necessidades.

Mais da metade da humanidade vive abaixo da linha da pobreza. Estes bilhões de pessoas têm direito a uma condição de vida justa e adequada, moradia, alimento, saúde. Aspiram viver os padrões de vida da sociedade desenvolvida, o planeta não conseguirá fornecer.

Eco-design, design para sustentabilidade, green design… o importante é compreender que se pretendemos continuar a ocupar este planeta é necessário conjugar o econômico, o social e o ambiental. Pessoas, ambiente e produção têm que estar interconectados, os pilares do futuro.

O Design está intimamente ligado à comunicação e à produção dos bens de consumo. Além de sua função utilitária, investe de significados os produtos e serviços, a Cultura Material.

O Design é fundamental neste processo em direção ao futuro sustentável, repensando a forma como estamos produzindo e entregando produtos e serviços, de forma que todos possam viver em abundância sem comprometer o entorno nem o bem estar desta e das futuras gerações.

O profissional deve hoje buscar maneiras criativas para projetar produtos e serviços, repensar a utilização dos materiais, através dos tão falados 3 Rs, (Reduzir, Reusar, Reciclar). Pesquisar novos materiais, aperfeiçoar técnicas de fabricação, montagem, desmontagem e descarte. E também, o uso da energia, o ciclo de vida, o transporte. Ainda não deixar de estimular a desmaterialização, através da redução do peso ou tamanho e a multifincionalidade dos equipamentos, ou serviços.

A pergunta então é como o designer pode contribuir na questão da Sustentabilidade?

Sobretudo, os designers podem refletir sobre os valores e o estilo de vida que estão estimulando e divulgando, sobre as aspirações e desejos que estão gerando no consumidor para, de forma mais abrangente, inclusiva e criativa, repensar os velhos estilos e criar novos conceitos.

Fernanda Martins - ADG


O seminário Design e Sustentabilidade pode ser conferido entre os dias 15 e 17 de maio no Itaú Cultural. O Evento tem por objetivo tratar das posturas e opções dos designers na realização de seus projetos e a busca por soluções que colaborem para sustentabilidade no planeta. O seminário tem mediação da jornalista e curadora especializada em design Adélia Borges e Coordenação da designer Fernanda Martins.

Seminário: DESIGN e SUSTENTABILIDADE
De 15 a 17 de maio 2008

Quinta 15 - 19h30 às 21h30
Repensar - O Papel da Academia

com Ana Andrade, Gustavo Borba, Paulo Reyes e Virginia Cavalcanti
Sexta 16 - 19h30 às 21h30
Recusar - O Outro Olhar

com Aguida Zanol e Alejandro Sarmiento
Sábado 17 - 17h às 19h
Redesign - Reduzir, Reusar, Reciclar
com Ângela Carvalho, Nido Campolongo e Paula Dib

Endereço:
Itaú Cultural

Avenida Paulista, 149, São Paulo, SP (próximo à estação Brigadeiro do metrô).
sala vermelha 75 lugares [ingresso distribuído com meia hora de antecedência]

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Que o nome ou endereço escolher para o portfólio?

Por Camilo Oliveira | Abril 19, 2008

Meu portfólio (Camilo Oliveira) vai fazer um ano e eu pretendo fazer uma atualização. Novo layout, mais conteúdo e… novo nome.

Na época que criei o site, precisava escolher um domínio pra ser meu. A primeira coisa que me veio na cabeça foi meu nome e sobrenome, mas como o nome termina com a mesma letra que o sobrenome começa (no caso a letra ‘o‘), achei que poderia existir dúvida na hora de escrever e descartei a opção. Meu outro sobrenome, “Soares” eu não costumo utilizar, gosto mais quando me chamam usando o último sobrenome.

Outro ponto a ser pensado era o domínio. .com, .net, .org, .com.br e uma diversidade de opções existem, mas optei pelo ‘.com’ por ser mais comum, mais fácil de lembrar, embora ache interessantíssimo quando um site explora a questão do domínio - o del.icio.us é o meu predileto. Há inúmeras opções, letras que representam domínios de outros países também podem ser exploradas, uma lista no IANA tem uma porção deles, pretendo analisá-los com carinho nessa escolha.

O nome que escolhi foi ‘camilo87′, meu primeiro nome + ano de nascimento. Não consegui ser mais criativo do que isso, mas a intenção de uma URL curta foi atingida. Em contrapartida, acho e-mails como ‘camilo@camilo87.com’ antipáticos, sobretudo e-mails tipo ‘contato@camilo87.com’ (ou contato@ qualquer outro domínio), que são piores ainda. Mas como ainda tenho só essa URL, continuo com o primeiro e-mail, mas com a felicidade de abandonar o segundo.

Acho que a questão do nome é muito importante, pois será uma marca que representará o designer. Ou ilustrador, jornalista ou qualquer outra pessoa. Já escrevemos aqui antes sobre Naming, sucesso de marca e apesar de ser uma questão nova, já dá pra ser tratada com seriedade. Neste texto proponho uma exercício prático (e para vocês, uma reflexão) do naming.

Agora volto na mesma questão. Meu portfólio faz 1 ano em junho e eu gostaria de lançar outro lá pra agosto. Gostaria de comemorar o aniversário já com nome novo, mas tenho outros projetos atrasados que neste momento são mais importantes, já que já tenho um site com meus trabalhos no ar. Caso escolha o outro nome, vou continuar com a URL antiga em minha propriedade, nem que seja só pra redirecionar para o novo, pra quem visitar não se perder.

O que eu realmente pretendia era escolher algum nome bacana que ‘me representasse’ como portfólio. Os exemplos abaixo são todos excelentes.

Eu pretendo algo que não necessariamente precise remeter o meu nome pessoal e também não seja muito difícil de pronunciar, de escrever e, principalmente, de entender, que eu não tenha que repetir pra quem me ouve. Não por preguiça, mas por praticidade mesmo, já que se houver dificuldade para entender, também haverá para quem for digitar.

Pra não ficar nenhuma dúvida, A intenção do post não é de maneira nenhuma que alguém chegue com a solução para mim, só estimular a reflexão.

Se alguém estiver passando, ou já passou, pela mesma situação, vamos fazer uma conversa legal nos comentários. Conte como foi a escolha da sua URL, do domínio e dos e-mails dessa conta. Quando o meu estiver pronto, volto a escrever aqui, pode cobrar :)

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Animação made in Japão

Por Thiago Martins | Abril 5, 2008

O estúdio japonês de Animação e 3d Motion, Tokyo Plastic , cria incríveis animações, sendo a marcante tradição tecnológica dos japoneses, visível em cada produção.

O repertótio do estúdio passa pelos quadrinhos, ficção cientifíca e futurismo, lembrando obras como Ghost in the Shell, Akira, entre outros.

Os caras piram em modelagem 3D, sendo impressionante o cuidado com os detalhes em suas peças. A preocupação minuciosa com efeitos de luz e sombra garante um aspecto bem realístico.

tokyo_plastic05.jpg

tokyo_plastic02.jpg

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A navegação do site é bem interessante, levando o usuário a interagir com as animações, a exemplo de outros como o Neostream .

Existe no site uma biblioteca com arquivos de vídeos desenvolvidos para diversos clientes como Toyota, Mitsubishi, SciFi e AMD.

tokyo_plastic01.jpg

O Tokyo Plastic já foi ganhador de diversos prêmios em festivais, como o da Audiência em 2004 no Sundance Online Film Festival.

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Daim

Por Dener Costa | Março 15, 2008

No artigo 3d na tela e na rua fiz uma abordagem sobre graffiti 3D e um dos artistas que apresentei foi Daim, agora venho falar mais sobre ele. Artista nascido em Lueneburg “Alemanha”, Daim iniciou sua carreira como freelancer em 1992, no começo de sua carreira desenvolveu trabalhos na Dinamarca, França e Suíça. Trabalhou como professor de graffiti em escolas em Hamburgo, em todo decorrer de seu desenvolvimento profissional participou de concursos e também se tornou membro de algumas crews (Grupo de Grafiteiros).

por Daim

por Daim

Em 1995, Daim com outros artistas internacionais: Loomit, Hesh, Ohne, Vaine, Darco cria o mais alto graffiti do mundo e entra para o Guinness Book (Livro dos recordes). Em 1999 fundou o “getting-up” estúdio coletiva, juntamente com os seus colegas que organizou o sucesso “Urban Discipline” exposições entre 2000 e 2002. Várias exposições e catálogos do livro “DAIM - daring to push the boundaries” foram publicados.

por Daim

por Daim

Em 2001 ele pintou para o “Global Mural” projeto sob o patrocínio da UNESCO, em São Paulo, Brasil. Ainda neste ano ele foi incumbido da tarefa de planeamento e execução de 2000 m2 Dockart Projeto “The new Hamburg and its twin cities“, Blohm & Voss no porto de Hamburgo. Outras projetos internacionais seguidas, incluindo projetos na Tailândia, Austrália, Nova Zelândia, Argentina, México e EUA.

Alguns trabalhos de Daim:

Hoje em dia Daim desenvolve muitos produtos e atividades tais como: Arte Digital, Arte em Ambientes, Arte em veiculos, Camisetas, Graffiti, Quadros, Posters, Esculturas entre outros.

Mais:
DAIMshop: Daimartwear
Alguns projetos: Stillonandnonthewiser, Nextwall

Categorias: Graffiti, Portfolios, Referências | 3 Comentários »

Pierre Mendell: Cartazes chega a Brasília

Por Marco Aurélio Santana | Março 13, 2008

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Após uma temporada de três meses de grande sucesso em São Paulo, a Exposição Pierre Mendell: Cartazes, chega à cidade de Brasília cercada de expectativas e trazendo novidades.

Em cartaz desde 06 de março, a maravilhosa mostra dos cartazes do artista gráfico alemão Pierre Mendell, desembarcou na capital federal, impulsionada pela grande repercussão em São Paulo. “Uma exposição em Brasília é um sonho que se realiza” expressou Pierre Mendell, conforme nos contou a curadora da exposição, Bebel Abreu. Mendell já havia se declarado um grande admirador do trabalho de Oscar Niemeyer.

A mostra ocupa os mais de 400 m2 na galeria principal do prédio da Caixa Cultural Brasília. O lugar já é conhecido de Bebel Abreu que em 2006 montou na mesma galeria a mostra “Ilustrando em Revista”, da Editora Abril.

Projeção do filme - At First Sight - de Pierre Mendell, até então inédito no Brasil

Visitante contempla o cartaz Diante de Deus todos os homens são iguais

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Categorias: Cultura, Design Coletivo, Design Gráfico, Eventos | 2 Comentários »

Design de Interface: Projetando o Invisível

Por Klaibert Miranda | Março 10, 2008

Quando você digita um texto, aperta o botão em uma máquina fotográfica ou temporiza o microondas, sua ação é entendida pelo aparelho em questão, como uma ordem direta para que uma ação seja executada. Essa relação que permite o diálogo homem-máquina (ou usuário-aparelho) é permitida graças a um conjunto de procedimentos conhecidos por interface do usuário.

E não é necessário muito esforço para reconhecer onde estão estas interfaces no nosso dia-a-dia, por exemplo, se você está lendo esta mensagem em um monitor, esta fazendo uso da interface do usuário (o monitor), mas no caso do computador, essa interface compreende ainda o teclado, mouse, ícones exibidos e etc.

O profissional que cuida do design de interfaces é responsável pela difícil missão de projetá-la para se tornar “invisível”, ou seja, simples, fácil de manusear e tão intuitiva a ponto de não ser percebida conscientemente por seus usuários finais.

Um bom design de interface, independente de ser projetado para um programa, um site, um programa interativo de televisão ou um equipamento, passa por muitas etapas para alcançar o sucesso e tornar-se tão simples e popular a ponto de ser “invisível”, mas os estágios principais levam em consideração o estudo aprofundado do público-alvo, usabilidade, ergonomia e acessibilidade.

Neste exato período, estamos presenciando o desenvolvimento do que talvez seja o futuro das interfaces, a substituição dos botões pela simulação dos mesmos em interfaces sensíveis ao toque, além das promissoras interfaces que respondem a comandos de voz, tecnologias já encontradas em alguns celulares, smart phones, nos badalados ipod touch e iphone da Apple e no Surface da Microsoft entre outros.

O Surface da Microsoft

Muitas interfaces já fazem parte do nosso cotidiano e tornaram-se “invisíveis”, mas tente imaginar como seria usar o computador ou seu celular atual sem o auxílio e beleza dos ícones, certamente não seria impossível, já usamos outras interfaces para esta mesma finalidade mas, considerando o estágio atual desta vertente do design, seria um desconforto tamanho, não é mesmo?

Em tempo:
O termo interface de usuário ou interface gráfica do usuário (GUI – Graphical User Interface ) é mais utilizado no contexto de computadores e outros dispositivos eletrônicos. Para máquinas industriais ou veículos geralmente é usado o termo interface homem-máquina.

Mais:
Interface do Utilizador - Wikipedia
Design de Interface para idosos
O design de interfaces e os perfis de usuarios - WebInsider

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Arte de rua fazendo moda

Por Thiago Martins | Março 8, 2008

Camisetas Fórum

A grife Fórum, em parceria com a galeria paulista Cubículo, criaram uma série limitada de estampas criadas por artistas que vêm se destacando nas ruas no Brasil.

Artistas urbanos como: Carlos Dias, Carla Barth, Projeto Chã, Pan, Miss, Marcelo Stefanovitz, Sesper, Tinico Rosa, entre outros, participaram do projeto.

O interessante nessa coleção, que foi criada pensando em art de rua no geral, é a diversidade de estilos explorados, variando de colagens (Stickers e lamb-lambs), como dos Artistas Projeto Chã e Sesper e também graffitis como dos demais artistas citados.

As camisetas não foram customizadas individualmente por cada artista, sendo estampadas em silk screen.

Uma boa pedida para quem curte a arte dos muros da cidade e está a fim de dar uma estilizada no visual. E ainda apoiar esses novos artistas, fortalecendo essa cultura de rua que tanto cresce.

Arte nas camisetas da imagem por: Carlos Dias, Projeto Chã, Miss e Pan.

Mais:
Gringa in

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Não centralize, ainda

Por Camilo Oliveira | Fevereiro 28, 2008

É, acalme-se, você tem essa opção, mas lembre-se das outras também e pense sobre os costumes de alinhamento praticados diariamente nas criações.

A centralização é freqüente nos folhetos de pizzaria, planos de saúde, algumas baladas, eventos locais.

locomotiva.jpg

Claro que a maioria dessas coisas são feitas por gente que não tem experiência ou estudo na área. Não que não possam se tornar bons designers, mas que ainda não são e não devem servir como referências. Ou até devem, mas do que não fazer.

Anúncios e informativos de restaurantes e cartazes colados na rua também estão presentes.

catcharles.jpg

choppers.jpg

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Exposição: A Arte do Pixel

Por Klaibert Miranda | Fevereiro 25, 2008

Aberta até 3 de Março de 2008 a exposição A Arte do Pixel, da artista Alessandra Busanelli, exibe 27 obras criadas com o uso do computador e que tiveram como inspiração, fotografias de diversos pontos turísticos mundiais.

London - British Museum

A artista é paulista de Jundiaí e graduada em Ciência da Computação e em Artes Plásticas. Para constituir as suas obras ela usa apenas boas fotografias e o conhecido programa Corel Draw.

Ela explica que para compor as suas obras, faz uso de boas fotografias dos locais que pretende reproduzir , desenha alguns dos seus contornos e formas interessantes no software e plota o resultado em diversos suportes como madeira, tecido, vidro entre outros.

Em algumas das suas composições percebe-se uma forte (e confessa) influência da POP ART de Andy Warhol e de Roy Lichtenstein, mas os críticos classificam as suas obras mais recentes como arte contemporânea.

Brooklin Bridge Moulin Rouge

“A Arte do Pixel”, de Alessandra Busanelli

Quando: até 3/3, de segunda a sexta, das 10h às 16
Onde: Espaço Cultural Banco Central do Brasil - Av. Paulista, 1804, São Paulo - SP. Tel.: (0/xx/11) 3491-6916
Quanto: Entrada franca

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Graffiti Wall

Por Marco Aurélio Santana | Fevereiro 21, 2008


O Graffiti é realmente uma expressão artística que, mesmo com o passar do tempo, não se cansa de tomar novo fôlego.

Das ruas, seu habitat natural, foi gradativamente ganhando as galerias de arte de todo o mundo e ultimamente vem surgindo entre as mídias digitais como apresentado na instalação Graffiti Wall.

Desenvolvida pela Tangible Interaction, sob a batuta de Alex Beim, a interface foi desenvolvida para o Richmond Winter Festival, este é um festival cultural no Canadá.

Segundo seus criadores, o aparelho é uma interface multi-usuário e pode ser reproduzida em praticamente qualquer tamanho.

Estamos mesmo vivendo um surpreendente período de transição onde arte, design e tecnologia vêm cada vez mais se fundindo e se redefinindo.

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